
O treinamento de força é uma parte essencial do condicionamento físico e esportivo.
Existem várias maneiras de estruturar um programa de treinamento de força, manipulando as variáveis de frequência, intensidade, volume e tipo de contração muscular.
Entender como essas variáveis interagem e influenciam os resultados é fundamental para desenvolver um programa efetivo.
Frequência de treino
● A frequência refere-se a quantas vezes por semana um grupo muscular é treinado.
● Frequências maiores, de até 12 sessões semanais por grupamento, podem induzir rápidos ganhos de força e hipertrofia a curto prazo.
● Porém, frequências sustentavelmente altas podem levar à fadiga excessiva e estagnação a longo prazo.
● O ideal para a maioria dos indivíduos parece ser de 2 a 4 sessões semanais por grupamento muscular.
Intensidade
● Intensidade refere-se ao percentual de carga utilizada em relação à força muscular máxima.
● Intensidades entre 70-85% de 1RM parecem ideais para maximizar o estímulo mecânico e neural necessário para ganhos de força.
● Cargas mais leves podem ser efetivas se realizadas até a falha muscular ou com restrição de fluxo sanguíneo.
● Atletas avançados podem requerer intensidades mais altas, acima de 85% de 1RM, para continuar progredindo.
Volume
● Volume descreve a quantidade total de trabalho realizado, seja em número de séries, repetições ou carga total levantada.
● Volumes moderados, de 30 a 60 reps por sessão, tendem a maximizar as adaptações de força e hipertrofia.
● Mais volume não significa necessariamente mais ganhos. Pode ocorrer um platô ou retornos decrescentes em volumes muito altos.
● Atletas avançados podem se beneficiar de volumes maiores, de até 16 séries por grupamento muscular.
Modo de treino e tipo de contração
● Ações concêntricas, excêntricas e isométricas podem estimular ganhos quando programadas adequadamente.
● Excêntricos máximos permitem alta tensão muscular com menor volume.
● Ações multiarticulares e unilaterais podem conferir benefícios sobre isolamentos.
● A variedade de modos e tipos de contração ao longo do programa de treino é importante.
Conclusão
Portanto, as variáveis de treinamento devem ser manipuladas e periodizadas estrategicamente para maximizar as adaptações e minimizar o overtraining. As necessidades individuais determinarão a melhor combinação para cada objetivo.
O acompanhamento contínuo do progresso e ajustes apropriados são essenciais para garantir a contínua evolução.
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